sábado, julho 14, 2007

Paciencia.Adeus


Para quê todas as mentiras? Todas as utopias? Todas as ilusões? Pelo simples prazer de ver as lágrimas a rolarem do meu rosto? Parabéns. Conseguiste. Mas mesmo assim continuo sem perceber o porquê de tanta falsidade, tanta hipocrisia, tanta merda. Sim, realmente, de tanta merda. Para quê aquela falsa promessa? Para quê as falsas coisas? Para quê tudo isso? O porquê de tudo isso. Agora, apenas são memórias. Mas memórias que guardo e não as quero perder. Por muito que tenha a noção de que é isso que tem de ser feito, não o consigo. Simplesmente, é díficil apagar tudo assim, de um momento para o outro. Brincaste. Gostaste? Ainda bem. Fico feliz por ti. É díficil olhar para trás e perceber que tudo não passou de simples mentiras. Que tudo não passou simplesmente de uma mera brincadeira. De um mero jogo. De uma mentira. Era uma mentira. O que via em ti era uma simples utopia. Como um holograma. Não existes. Quero-te reduzir ao teu verdadeiro valor. Mas não consigo. Dói. Magoa. Agora não percebo. Não brincaste tudo ainda? Precisas ainda de brincar mais um pouco? Dá-te prazer? Pára. Tou farta de todas as falsas promessas. Chega. Sê feliz. Mesmo que isso não dependa de mim. Porque eu vou sê-lo. E vou fazer tudo para que isso não dependa de ti.

Adeus.*

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