domingo, janeiro 28, 2007

Informal


Não sei se te cale o olhar ou me dê por fascinada. E não me tires a roupa que está frio. A noite fica envergonhada e eu também. Sabes que sim, que fico. Envergonhada, com vontade de não te largar. Nem pela ferida. Que agora até dói mais que ontem. Devo ter batido com o braço no vidro do teu carro. Às vezes também acontece bater com o rosto no braço para não chorar. Mas nem por isso (te) largava naquele momento. O olhar e o fascínio.Mesmo após finda a ilusão. Mas olha, cá vamos andando. Com o peito nú e com uma mão por dar. E sim, cá vamos andando...Com um olho mais acima que outro, dos pormenores.

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